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1 Sep 2008
Mensalão: FH evitou impeachment de Lula
Fernando Henrique Cardoso foi decisivo para evitar que um pedido de impeachment contra Lula chegasse ao Congresso em 2005, no auge do escândalo do mensalão. É o que afirmam o próprio ex-presidente, e os ex-ministros Antonio Palocci (Fazenda) e Márcio Thomaz Bastos (Justiça), ao jornal O Estado de S. Paulo. De acordo com reportagem deste domingo do diário paulista, a mando de Lula, seus dois homens fortes pediram a FHC que aplacasse os ânimos da oposição quando as roubalheiras petistas saíram do controle do governo. Ele aceitou. A intervenção velada do tucano só foi possível graças a uma proximidade que Lula manteve com Fernando Henrique durante todo o primeiro mandato e início do segundo – sempre por meio de Palocci e Thomaz Bastos. Palocci disse ao jornal ter se encontrado com o ex-presidente “pelo menos cinco vezes” – a última até quando já nem comandava mais a pasta da Fazenda. Thomaz Bastos, por sua vez, conversou por três horas com FHC em seu apartamento em São Paulo, no dia 26 de junho de 2005. Todos reconhecem ainda a existência de contatos telefônicos, muito mais freqüentes do que os encontros pessoais. Na conversa com o ex-chefe da Justiça, o tucano concordou que um impeachment de Lula – à época uma ameaça real, com o célebre flagrante do “dólar na cueca” e a confissão do marqueteiro Duda Mendonça, que admitiu ter recebido no exterior pagamento pela campanha de Lula – tornaria o país “ingovernável”. Prometeu então acalmar a fatia da oposição que pedia a saída de Lula, desde que o presidente mantivesse a economia no rumo certo, como vinha fazendo até ali. Esse país so vaiser serio quando Lula e FHC dividirem a mesma sala de prisão. FHC deve ter achado que a queda de um governo de esquerda ia atrapalhar o PSDB, que também é de esquerda. O DEM, que deveria representar algo diferente, vai acabar comapctuando com isso.
18 Jun 2008
hapéuzinho Vermelho politicamente correta
"Era uma vez uma jovem chamada Chapéuzinho Vermelho que vivia à beira de uma floresta com grande biodiversidade mas cheia de espécies em perigo de extinção. Ela vivia com sua provedora de sustento, antigamente conhecida como "mãe", embora o uso desse termo não implique que ela seria menos que uma cidadã se tal relacionamento biológico não existisse. Nem tampouco há intenção de denegrir o igual valor das famílias não-tradicionais, embora nos desculpemos adiantadamente se porventura causarmos essa impressão. Um dia sua provedora de sustento pediu à Chapéuzinho que levasse uma cesta de alimentos orgânicos livres de produtos animais e água mineral à sua vovózinha. "Mas mãe, se eu fizer isso não estarei tirando o sustento dos trabalhadores sindicalizados que têm lutado há anos pelo direito de carregar todas as encomendas entre os habitantes da floresta?" A provedora de Chapéuzinho garantiu a ela que havia preenchido o "Formulário de Missões Compassivas Especiais" no Ministério do Trabalho e obtido a autorização do presidente do sindicato. "Mas mãe, você não está me oprimindo ao me mandar fazer isso?" A provedora de Chapéuzinho explicou que era impossível uma mulher oprimir a outra, já que todas as mulheres serão igualmente oprimidas até que todas sejam livres da dominação masculina. "Mas mãe, então por que não manda meu irmão carregar a cesta, já que ele é um opressor, e devia aprender como é ser oprimido?" A provedora explicou que seu irmão estava participando de uma passeata pelos direitos dos animais, e que, ademais, aquilo não era tarefa estereotipadamente feminina, mas um ato de inclusão que promoveria o sentido de comunidade. "Mas eu não estarei então oprimindo a vovózinha ao implicar que ela está doente e portanto incapaz de autogestão independente?" A provedora de Chapéuzinho explicou que sua vovó não estava doente ou incapacitada, embora isso não implique que essas condições sejam inferiores ao que é conhecido como "saudável". Assim, Chapéuzinho partiu segura de que a idéia de entregar a cesta à sua vó era não fazia parte do capitalismo opressor excludente. Muitas pessoas acreditam que a floresta é um lugar perigoso, mas Chapéuzinho sabia que isso era um medo irracional baseado no preconceito da sociedade patriarcal que considera o mundo natural como recurso a ser explorado, e portanto os predadores naturais seriam uma competição intolerável. Já outras pessoas evitavam a floresta por medo dos assaltos, mas Chapéuzinho sabia que isso era um preconceito burguês e que em uma sociedade verdadeiramente liberta das classes sociais, todas as pessoas marginalizadas poderiam ser aceitas e seu estilo de vida ser considerado como válido. No meio do caminho para a casa da vovózinha, Chapéuzinho viu um lenhador e saiu da estrada para examinar algumas flores quando foi surpreendida pelo Lobo Mau, que perguntou-lhe o que havia na cesta. A professora reacionária de Chapéuzinho havia lhe advertido que não falasse com estranhos, mas Chapéuzinho tinha consciência social e havia decidido assumir controle de sua sexualidade, então ela respondeu ao Lobo que estava levando guloseimas para sua avó. O Lobo respondeu "Minha querida, é perigoso para uma menina andar sozinha nessa floresta." Chapéuzinho disse "Eu considero seu comentário sexista extremamente ofensivo, mas eu ignorarei devido ao seu status tradicional de excluído da sociedade que lhe causou estresse ao ponto de desenvolver uma visão de mundo alternativa e completamente válida. Agora, dê-me licença que eu vou seguir o meu caminho" e voltou à estrada em direção à casa da vovózinha. Obedecendo ao arcaico pensamento ocidental decadente, o Lobo tomou um atalho que ele conhecia para chegar à casa da vovózinha antes de Chapéuzinho. Ele afirmou sua natureza de predador ao invadir a casa e engolir a vovózinha. Então, livre das inibições causadas pelas noções tradicionais de gênero devido à sua militância entre os GLBT, ele vestiu a roupa da vovózinha e deitou na cama se escondendo debaixo das cobertas. Chapéuzinho chegou e ofereceu à vovózinha: "Vovózinha, eu trouxe algumas guloseimas livres de crueldade animal para saudá-la no seu papel de sábia matriarca." O Lobo pediu "Chegue mais perto, minha criança, para que eu possa vê-la melhor." Chapéuzinho disse "Minh@ Deus@ do Céu! Vovó, que grandes olhos você tem. E que enorme e fino nariz você tem." O Lobo respondeu "Eu poderia ter feito uma cirurgia plástica mas eu não cedi à opressão estética da elite branca, minha filha." "E vovó, que dentes grandes e afiados você tem!" O Lobo, que não aguentou mais aqueles insultos de especiesimo, e numa reação completamente justificada pela sua exclusão social, pulou da cama, agarrou a Chapéuzinho e abriu tanto sua bocarra que ela pode ver sua vovózinha espremida no estômago do Lobo. "Peraí! Você está esquecendo algo!" disse Chapéuzinho bravamente. "Você tem que pedir permissão antes de avançar para um nível mais profundo de intimidade!" O Lobo, surpreso com aquela demanda, hesitou. No mesmo momento, o lenhador invade a casa com um machado na mão gritando "Renda-se!" "E o que você pensa que está fazendo?" disse Chapéuzinho ao lenhador. "Se eu deixá-lo me ajudar, vou expressar falta de confiança em minhas habilidades, o que vai me levar à baixa estima." "Sua última chance, cidadã! Liberte essa espécie em perigo de extinção! Isso é uma operação do IBAMA!" gritou o lenhador. Quando a Chapéuzinho recuou surpresa, o lenhador reagiu cortando sua cabeça com uma machadada. "Ainda bem que você chegou à tempo," disse o Lobo. "Aquela opressora homofóbica e sua vó me atraíram para cá. Eu pensei que ia ser sacrificado pelo preconceito de espécie." "Não. Eu sou a verdadeira vítima aqui." disse o lenhador. "Eu tenho tentado lidar com a minha infância na miséria e isso só fez aumentar meu trauma." Então o Lobo e o lenhador viram que ambos faziam parte de uma minoria excluída e resolveram se casar para, juntos, exercerem sua cidadania e defenderem seus direitos. A união homossexual se deu na igreja com as bênçãos da CNBB e os dois viveram sustentados pelo contribuinte para sempre. http://pensadoresbrasileiros.blogspot.com/...mente%20correto
9 Apr 2008
Jornalista acusa Planalto de interferir na TV Brasil
"Não podíamos falar dossiê, mas "levantamento sobre uso dos cartões", diz Luiz Lobo De acordo com Lobo, nas reportagens sobre Planalto, Presidência, economia e política, "há um cuidado que vai além do jornalístico" De Daniel Castro: Primeiro âncora da TV Brasil, o jornalista Luiz Lobo, 42, afirma que o Palácio do Planalto interfere no jornalismo praticado pela TV pública federal, lançada pelo governo Lula, em dezembro, com a promessa de que não seria uma emissora chapa-branca. "Existe, sim, interferência do Planalto lá dentro. Há um cuidado que vai além do jornalístico", afirma. Lobo foi demitido na última sexta-feira, segundo ele, por ter resistido às interferências. Afirma que o Planalto controla o conteúdo das reportagens por meio da jornalista Jaqueline Paiva, mulher do também jornalista Nelson Breve, assessor de imprensa da Presidência da República. Lobo era também editor-chefe do "Repórter Brasil", primeiro e único, até agora, programa da TV Brasil. Jaqueline ocupa o cargo de coordenadora de telejornais. Lobo diz que a "pressão" aumentou nas últimas duas semanas, quando a crise dos cartões corporativos atingiu a ministra Dilma Rousseff, com o vazamento de um dossiê, elaborado pela Casa Civil, de gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e de sua mulher, Ruth Cardoso. "Não podíamos falar em dossiê, mas em "levantamento sobre uso dos cartões". Depois, a orientação era falar "suposto dossiê'", relata Lobo. Autonomia "Todo texto sobre Planalto, Presidência, política e economia tem que passar por ela [Jaqueline Paiva]. É ela quem edita, faz as cabeças [a introdução das reportagens de televisão, lida pelo apresentador]. Existe um poder dentro daquela redação. Eu era editor-chefe, mas perdi autonomia até para fazer a escalada [as manchetes de um telejornal]. A Jaqueline muda os textos dos repórteres freqüentemente. Há muita insatisfação entre os jornalistas", afirma Outro exemplo de interferência, de acordo com Lobo, foi a orientação para, nas reportagens sobre deficiências da saúde pública, informar que o setor sofreu um corte orçamentário devido ao fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). A derrubada da CPMF foi uma vitória da oposição. "Fizemos uma reportagem falando que a verba do SUS [Sistema Único de Saúde] acabaria antes do fim do ano. A Helena [Chagas, diretora de jornalismo da TV Brasil] me chamou na sala dela e disse que era um absurdo uma matéria daquelas ir ao ar, porque em nenhum momento mencionava a falta dos bilhões da CPMF", diz. Lobo e Jaqueline Paiva travavam embates quase diários na redação de Brasília da TV Brasil. Para o jornalista, a função de Jaqueline deveria ser a de dar direcionamento ao telejornal, não a de editá-lo. "Nunca gravei nem uma nota que ela [Jaqueline Paiva] não revisasse. Não vou dizer que fui um editor-chefe de faz-de-conta porque lutei muito", afirma. Para Lobo, o espaço dado à oposição na TV Brasil é um disfarce. "A forma que se encontrou para mostrar que a TV não era chapa-branca foi ouvir os dois lados. Mas isso é obrigatório no jornalismo." A demissão de Lobo ocorreu dois dias depois de ele, como conta, ter relatado interferências a Orlando Senna, diretor-geral da TV Brasil. O jornalista, que trabalhou durante seis anos na PBS (TV pública americana), afirma que continua acreditando no projeto: "Sou defensor da TV Brasil. Ainda acredito no projeto de uma TV pública. Mas de domínio público, não estatal". só para assinantes http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0704200804.htm
23 Jan 2008
Quem fuma aqui no forum? Se sentem discriminados por isso? E o que o pessoal daqui pensa do fumo?
Eu acho muita tempesdade que fazem em cima do cigarro, por pouco....
3 Dec 2007
Quem aqui ja namorou com mais de uma?? Namorava com duas, ficava com outra, e dissia que amanva uma outra...nao é d eepgar em festa e essas coisas nao.
É de ficar enrolado mesmo( namoro, ficando, ou dando em cima mesmo). |
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Versão Simples | Horário: 9/09/2010 - 08:27 || Skin by Metalaxe |